sexta-feira, 18 de outubro de 2013

ALENTEJANOS NO FACEBOOK


JANELAS DA ALMA

Abro as janelas da alma
Entra nela um vento misterioso
Sereno e tranquilo que me acalma
Quieto, deixo entrar nela bandos de aves
Que fazem um elíptico e estranho bailado
Com os seus voos mágicos e suaves
No meu espírito pecador, humano imortalizado
Decido e entrego o meu corpo ao tempo
Espero pela metarmorfose secreta e divina
Sem remorso, sem quaisquer lamento
Porque sei que ela tudo elimina e afina
Temo apenas a tempestade que se aproxima
Trazendo raios que podem cair-me em cima
Com medo chamo por ti! chamo por ti!
Para que me beijes uma última vez
E vejas como decido sair em silêncio daqui
Na tranquilidade da lúcida altivez
Com a saudade apenas da doçura dos teus lábios
Que tu pintaste a rigor mais uma vez
Quero descobrir para mostrar-te o secreto caminho
Que não nos leve para uma direção errada
Escrito e previsto num antigo pergaminho
Que leva o nosso amor e o teu corpo de amada
Para esse mistério que teimamos em conhecer
Sem que nós dois possamos agora fazer nada! Nada!
A não ser! esperar que voltemos a renascer
E mais uma chance nos volte a ser dada
Para que nos voltemos de novo a ter
Deixo aqui no poema a janela da alma aberta
Embriagada numa espiral de prazer
Por acreditar na misteriosa passagem secreta
Que um dia havemos os dois descobrir e conhecer
A beleza de um bailado sagrado e encantador
Que apenas o nosso espírito irá ver
Eu decidi! Não parto sem ti! meu Amor!
E, eu sei, que o querer é poder!

Joaquim Jorge de Oliveira
ÉVORA
17-10-2013
Boa, quinta-feira amigos! Esta humilde inspiração escrita hoje com o título:”JANELAS DA ALMA” é a minha singela partilha poética. Para refletir…espero que gostem!


JANELAS DA ALMA

Abro as janelas da alma
Entra nela um vento misterioso
Sereno e tranquilo que me acalma
Quieto, deixo entrar nela bandos de aves
Que fazem um elíptico e estranho bailado
Com os seus voos mágicos e suaves
No meu espírito pecador, humano imortalizado
Decido e entrego o meu corpo ao tempo
Espero pela metarmorfose secreta e divina
Sem remorso, sem quaisquer lamento
Porque sei que ela tudo elimina e afina
Temo apenas a tempestade que se aproxima
Trazendo raios que podem cair-me em cima
Com medo chamo por ti! chamo por ti!
Para que me beijes uma última vez
E vejas como decido sair em silêncio daqui
Na tranquilidade da lúcida altivez
Com a saudade apenas da doçura dos teus lábios
Que tu pintaste a rigor mais uma vez
Quero descobrir para mostrar-te o secreto caminho
Que não nos leve para uma direção errada
Escrito e previsto num antigo pergaminho
Que leva o nosso amor e o teu corpo de amada
Para esse mistério que teimamos em conhecer
Sem que nós dois possamos agora fazer nada! Nada!
A não ser! esperar que voltemos a renascer
E mais uma chance nos volte a ser dada
Para que nos voltemos de novo a ter
Deixo aqui no poema a janela da alma aberta
Embriagada numa espiral de prazer
Por acreditar na misteriosa passagem secreta
Que um dia havemos os dois descobrir e conhecer
A beleza de um bailado sagrado e encantador
Que apenas o nosso espírito irá ver
Eu decidi! Não parto sem ti! meu Amor!
E, eu sei, que o querer é poder!

Joaquim Jorge de Oliveira
ÉVORA
17-10-2013

Sem comentários:

Enviar um comentário