segunda-feira, 24 de junho de 2013


 POSSO TER Um cancro

AGORA? O QUE DEVO FAZER?


No dia da entrega dos exames, devo levar alguém
comigo à consulta?
É sempre útil levar consigo alguém que lhe seja próximo:
no caso de receber uma má notícia, essa pessoa mais
facilmente conseguirá manter a presença de espírito,
 poderá lembrar-se de todas as perguntas que quer fazer ao
médico e terá mais facilidade em memorizar as explicações
 e indicações do médico e restantes profissionais de
saúde envolvidos (enfermeiros, farmacêuticos, ...)

1-No dia da entrega dos exames, devo levar alguém
comigo à consulta?
É sempre útil levar consigo alguém que lhe seja próximo:
 no caso de receber uma má notícia, essa pessoa mais
facilmente conseguirá manter a presença de espírito, poderá
 lembrar-se de todas as perguntas que quer fazer ao
médico e terá mais facilidade em memorizar as explicações e
 indicações do médico e restantes profissionais de
saúde envolvidos (enfermeiros, farmacêuticos, ...).

2- O que não posso esquecer de perguntar ao médico,
depois do diagnóstico?
Deve perguntar ao seu médico tudo o que está relacionado
 com a doença – tanto em termos físicos, psicológicos e
sociais, como familiares e laborais (relacionados com o seu trabalho).
Não se esqueça de perguntar quais as alternativas de tratamento
 de que dispõe, bem como as respectivas vantagens e desvantagens.
 Para não se esquecer das respostas, e se não levar alguém consigo
 que possa ajudar, leve um bloco e tome notas

3-Devo perguntar logo ao médico qual o meu
prognóstico?
O médico tem obrigação de explicar o que se passa consigo,
 tendo em conta os seus “limites” individuais e a sua
preparação emocional. Se não se sentir preparado para ouvir
 o pior cenário possível, não pergunte, e espere que o
médico o diga, quando considerar adequado.

4-Devo pedir uma segunda opinião?
Deve: é um direito seu. Não se preocupe em poder melindrar o seu médico.
 Pedir uma segunda opinião irá permite-lhe sentir-se mais seguro,
 em relação ao diagnóstico, ao prognóstico e às alternativas de tratamento, para poder
avaliar os riscos envolvidos e tomar uma decisão consciente. Se as opiniões dos dois médicos forem contraditórias,
confronte-as e peça aos médicos para dialogarem (o que, hoje em dia, é fácil fazer através de e-mail). Se ainda tiver
dúvidas, procure uma terceira opinião. Não fique com dúvidas por esclarecer! Em todo este processo, é crucial ter
confiança no seu médico e estabelecer uma verdadeira parceria... médico-doente!

5-Será o meu médico a pessoa indicada para me tratar, ou
devo recorrer a um especialista?
Coloque essa questão ao seu médico. Em princípio, será o próprio médico a ter a iniciativa de o encaminhar para um colega da especialidade.

6-Devo optar pelo sistema público ou privado?
Para tomar essa decisão, vai ter de ponderar diversos factores, relacionados com a organização e burocracia das diferentes opções, bem como factores clínicos (médicos) e financeiros. Um hospital privado oferece, claramente, mais conforto e, o tempo de espera por uma consulta, é muito menor. Além disso, estão muitas vezes mais bem equipados. Mas, para tal, é preciso ter recursos financeiros próprios ou um seguro de saúde que “cubra” as despesas que poderá vir a ter. Fale com o seu médico sobre as diferentes possibilidades.

Qual a melhor forma de estar informado sobre a
minha doença?
Atenção à Internet! Pode encontrar facilmente muita informação... mas que pode ser informação menos correcta ou
mesmo errada. Opte por sites confiáveis, como este, que é escrito e “alimentado” por médicos credíveis e com grande experiência no diagnóstico e tratamento do cancro. Pode, também, dirigir-se a diferentes associações de doentes, ou ainda a associações de profissionais de saúde que, normalmente, têm muita informação disponível.
http://www.pop.eu.com/

  Gamapatias Monoclonais

As Gamapatias Monoclonais constituem um grupo de
doenças caracterizadas pela proliferação de um só clone
 de Linfócitos B, que produz imunoglobulinas monoclonais
 ou um fragmento da munoglobulina.
.Estas patologias podem constituir situações benignas ou
malignas. Os indivíduos com picos monoclonais de imuno
globulinas ou dos seus fragmentos, mesmo que benignos,
 têm um risco mais elevado de desenvolverem
Mieloma Múltiplo.

  O mieloma múltiplo    

http://www.pop.eu.com/portal/publico-geral/tipos-de-cancro/Mieloma-Multiplo/mieloma-multiplo-1.html 
















Diagnóstico


 O resultado de um único exame não é suficiente para diagnosticar o mieloma múltiplo O diagnóstico é baseado numa combinação de fatores, incluindo descrição dos sintomas pelo paciente, exame físico realizado por um médico e resultados dos exames de sangue e de imagem. O diagnóstico do mieloma múltiplo requer pelo menos uma das opções:
  • Um tumor de células plasmáticas (comprovada por biópsia).
  • Pelo menos 10% das células da medula óssea sejam células plasmáticas.
E pelo menos uma das seguintes condições, com o nível especificado:
  • Proteína M no sangue (3g/dl).
  • Proteína M na urina (1g/dL).
  • Lesões nos ossos devido ao crescimento do tumor, detectados nos exames de imagem.
Mieloma Assintomático ou Mieloma Smoldering

Este termo é usado para o mieloma em estágio inicial, que não está causando nenhum sintoma ou problema. As pessoas com mieloma latente apresentam hemogramas normais, níveis normais de cálcio, função renal normal, sem danos aparente nos ossos ou órgãos.
Clique abaixo nos itens para ver como funcionam os exames:

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