Nobel da Paz



Nobel da Paz
O Nobel da Paz é um dos cinco Prémios Nobel,
legado pelo inventor da dinamite,
o sueco Alfred Nobel. Os prémios de Física,
Química, Fisiologia ou Medicina e Literatura
são entregues anualmente em Estocolmo,
sendo o Nobel da Paz atribuído em Oslo.
O Comité Nobel norueguês, cujos membros



são nomeados pelo Parlamento norueguês,
tem a função de escolher o laureado pelo prémio,
que é entregue pelo seu presidente acualmente
o ex-primeiro-ministro, ex-ministro dos negócios
estrangeiros, ex-presidente do Stortinget
(parlamento) e atual Secretário-Geral do
Conselho da Europa Sr. Thorbjørn Jagland.
A sua primeira entrega foi em 1901.

Atualmente há um sexto prémio associado:
o Prémio de Ciências Económicas em Memória
de Alfred Nobel, também atribuído pela
Academia Real das Ciências Sueca.
Este prémio foi instituído em 1968,
comemorando o terceiro centenário
do Banco Central da Suécia (Sveriges Riksbank).

Na altura da morte de Alfred Nobel,
a Suécia e a Noruega estavam em
União desde 14 de janeiro de 1814,
pela qual o parlamento sueco ficava
responsável pela política internacional,
estando o Stortinget (Parlamento norueguês)
apenas encarregado da política interna
norueguesa. (A União desfez-se de uma
forma pacífica a 13 de Agosto de 1905).
Alfred Nobel decidiu, assim, que fosse a
Noruega a decidir o laureado pelo
Nobel da Paz, de forma a prevenir a
influência de poderes políticos
internacionais no processo de
atribuição do Nobel.

De acordo com a vontade de Alfred Nobel,
o prémio deveria distinguir
"a pessoa que tivesse feito a maior
ou melhor ação pela fraternidade entre
as nações, pela abolição e redução dos
esforços de guerra e pela manutenção
e promoção de tratados de paz".

Ao contrário dos outros prémios Nobel,
o Nobel da Paz pode ser atribuído
a pessoas ou organizações que estejam
envolvidas num processo de resolução
de problemas, em vez de apenas distinguir
aqueles que já atingiram os seus objetivos
em alguma área específica. É, portanto,
um prémio Nobel com características próprias.

Nobel da Paz
Descrição - Pessoas que contribuíram
com a manutenção na Paz no mundo.
Apresentador(es) Fundação Nobel
País - Noruega
Local - Oslo
Primeira cerimónia     1901
Última cerimónia     2012
Detentor     União Europeia


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POR QUE OS ALIMENTOS SALGADOS PROVOCAM SEDE?

   

POR QUE OS ALIMENTOS SALGADOS PROVOCAM SEDE?

Quando as proporções de sal no organismo são demasiadamente altas, a parte do cérebro que controla essa atividade envia mensagens do seu ”centro de sede”, provocando a necessidade de beber. É um reflexo que os donos de bar conhecem muito bem; por isso, vendem também amendoim salgado e batata frita.

Na realidade, esse mecanismo é muito importante para informar o cérebro de que não existe água suficiente no corpo, pois, quando os níveis dos fluidos são baixos, os sais solúveis ficam muito mais concentrados, estimulando assim o cérebro a ingerir mais água.

Do mesmo modo que provoca a sede, o cérebro também ajusta a função dos rins através da secreção do hormônio chamado HAD (hormônio antidiurético). Normalmente, uma grande quantidade de água que transporta os detritos é reabsorvida pela corrente sanguínea através dos rins. Se as proporções de água no resto do corpo forem muito baixas, o cérebro exigirá que os rins absorvam mais água do que o normal, fazendo com que a urina se torne mais concentrada.

Quando existe uma quantidade excessiva de sal no organismo, a reação do organismo é livrar-se dele, e para isso ele precisa de água. É por isso que a água do mar não mata a sede. Embora ela contenha água a porcentagem de sal é tão alta que se torna necessário beber mais água para eliminar o sal ingerido da primeira vez.

Desde que se beba água suficiente para compensar as perdas ao eliminar o sal, comer amendoim salgado e coisas semelhantes não causa desidratação; entretanto, beber álcool ao mesmo tempo não resolve o problema.